Pílula Motivacional #6 – NA HORA “H” TENHA FÉ! DEUS ESTÁ DO SEU LADO!

pilulas-de-sentimentosPessoal, a história que trago hoje e bastante conhecida e utilizada principalmente em cursos de Coaching, para mostrar a função de ter um apoiador, e também do outro lado, a necessidade de um líder nato estar sempre ao lado das pessoas para ajudá-las a desempenharem seus potenciais, canalizando suas forças!

Mas ao assistir esse vídeo novamente (confesso que sempre fico reflexivo), vi que o mesmo se enquadra perfeitamente na vida dos estudantes e concurseiros! Quantos de vocês passam horas por dia estudando, trabalhando, se dedicando, em busca de um algo maior, e por algum motivo, na hora “H” bate aquele nervosismo, ansiedade, as pernas tremem, a insegurança toma conta, tudo parece estar perdido, mas é nesse momento e que devemos lembrar do nosso potencial e saber que Deus está do nosso lado nos apoiando, e não nos deixará nessa hora tão importante.

Além de isso, seja também um instrumento de Deus! Quantas vezes você encontra uma pessoa que estudou muito, está desmotivada, e ao invés de animá-la, incentivá-la a não desistir, você a joga uma verdadeira pá de cal! Tenha sempre uma palavra de apoio, de incentivo para a pessoa, pois você nunca saberá o quanto aquele apoio pode ser o diferencial na vida dela.

Bom, feita a introdução, trago aqui o vídeo é a história de Natalie Gilbert! Espero sinceramente que gostem! Conto com os comentários e compartilhamentos!

Moradora de Portland, Estados Unidos.
Em 2003, aos 13 anos, ganhou um concurso de calouros e um de seus prêmios foi cantar o Hino Nacional de seu país em um jogo da NBA.
Com um público de 20 mil pessoas no ginásio e transmissão ao vivo pela TV para todo o país, lá foi ela, aos 13 anos, todas as atenções voltadas para ela, silêncio total no ginásio.
De vestido longo, cabelo arrumado e um belo sorriso nos lábios, ela empunha o microfone e inicia a execução.
Afinadíssima, sua voz se projeta emocionada, por todo ginásio.
Então, no segundo verso, ela pára. Esqueceu a letra? Deu branco?
As câmeras não a perdoam, mostram-na em close, os flashes disparam por todo o ginásio.
Ela olha levemente de lado esperando que alguém esteja ali para ajudá-la…, mas ela está sozinha.
Então ela desiste.
Leva a mão ao rosto, com vergonha.
O público inicia uma mistura de aplausos e vaias.
Treze anos. Uma menina. Sozinha, ali, no meio. Ela olha mais uma vez em volta e em 3 segundos um homem se aproxima, segura a mão de Natalie que está com o microfone e a levanta, ao mesmo tempo em que, em seu ouvido, bem baixinho continua a cantar o hino para que ela se lembre da letra. Ela tenta, mas a vergonha não a deixa continuar e ela abaixa o braço novamente, desistindo pela segunda vez. O homem não a deixa completar o movimento, levanta seu braço novamente e continua a cantar em seu ouvido. Então ela toma a decisão de continuar.
O homem olha discretamente para o público, como que solicitando que todos a acompanhem, ele faz gestos com a mão dizendo “todos juntos”.
E num instante todo o ginásio está cantando, orgulhoso. Fogos de artifícios são disparados.
Ela termina. Todos vibram. E mais rápido do que chegou o homem sai, dando tempo apenas de um rápido “thank you” da Natalie, enquanto ele dá um breve abraço nela.
O público não sabe se aplaude Natalie ou ao homem.
O homem é Maurice “Mo” Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, que estava sentado no banco de seu time.
Se observarmos a distância que ele percorre para voltar ao local onde estava, veremos que no primeiro sinal que Natalie deu que não conseguiria continuar, Maurice agiu imediatamente, instintivamente. Ele não esperou a ação de ninguém que estivesse mais próximo a ela. Ele não vacilou nem por um segundo. Ele andou mais de meia quadra e foi ao salvamento daquela menina de 13 anos, tendo plena consciência de seu papel de amigo, de irmão, de pai. Entre o momento que Natalie para de cantar e sua chegada a ela, correram apenas 10 segundos.
Uma atitude fez a grande diferença. Aquela menina poderia sair dali traumatizada, acreditando-se ser incapaz de suas realizar seus sonhos, por ter falhado num momento tão importante.
Maurice demonstrou que, quando alguém está em dificuldades, todos têm o dever de ajudar, mesmo quando não estamos tão próximos. Devemos agir sem vacilar.
Naquele dia, Natalie Gilbert realizou o que se propôs.
E Mo Cheeks demonstrou a diferença que apenas um ser humano pode fazer no mundo. Apenas um homem mudou a mente de milhares, talvez de milhões de pessoas, apenas com a sua atitude, sua atitude de amor.
Todos nós podemos fazer coisas simples, mas muito especiais, desde que em todos nossos atos expressemos o amor infinito de Deus.

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